Séries e filmes vs. realidade brasileira & inconsistências (EM CONSTRUÇÃO)

Gosto dos Estados Unidos. Sempre gostei. Principalmente, em função da Língua Inglesa, que muito admiro e trato como hobby.

Além de admirador dos nossos “vizinhos” da América do Norte, sou frequente espectador de séries e filmes, cujas indústrias, que, sabemos, são, majoritariamente, norte-americanas.

Mas este post não falará natureza hiper-imperialista dos EUA porque isso não vem ao caso.

Já fui aos EUA algumas vezes, mas somente como turista. Por isso, nunca vivi a cultura cotidiana norte-americana como habitante. São duas visões diferentes. Eu sei.

Mesmo conhecendo poucos traços da cultura norte-americana, não dá para ignorar algumas inconsistências entre o que vejo em séries e filmes norte-americanos e a cultura e realidade brasileiras.

Mas estas linhas não são, exclusivamente, sobre traços culturais. Abordarão, quando possível, alguns clichês das produções, principalmente, filmes.

FILMES E SÉRIES

Um espectador mais observador pode notar diferenças em séries e filmes traços que podem ser cômicos, levando-se os padrões brasileiros de higiene e outros.

Personagens acordam atrasadas, não tomam banho, não escovam dentes, colocam uma roupa e imediatamente saem correndo.

Em outras produções, as pias das cozinhas são usadas para tudo. Até para limpar a boca após vomitar ou, na melhor/pior das hipóteses, lavar os cabelos no mesmo lugar onde se manipula alimentos e lavam pratos. Trágico.

Vamos sair das áreas domésticas e chegar às ruas?

Em diversas produções, muito provavelmente, você nunca deve ter visto uma em que não existam vagas para estacionar na rua. Motoristas chegam e imediatamente estacionam.

Talvez por isso, ninguém vê condutores fazendo balizas. Nunca.

Os mesmos motoristas que não têm problemas para estacionar saem dos carros e deixam abertos vidros e portas. Outros também não usam chaves ou controles para abrir as portas dos veículos. Somente chegam e entram, independentemente de tecnologia. Parece entrada por telepatia.

Há outros traços citados por uma amiga a quem pedi ajuda.

Segundo ela, bicicletas ficam sempre na porta, à vista de todos, nas ruas. Ninguém as tranca dentro de casa.

Falando em trancar, poucas personagens fecham as portas ao sair. Na maioria das vezes, as chaves só são úteis para entrar nas casas, mas não para sair destas.

Outra coisa: raramente se vê lixo nas ruas, até nas áreas periféricas. Quando há, o lixo é bem organizado, em containers.

Abrir portas sem chave é facílimo. Basta manusear clipes de papel e, pronto, a porta está aberta.

P.S: Estas linhas não serão extensas e tampouco estão finalizadas. Permanentemente, ficarão em construção.

À medida em que forem notados outros aspectos estes serão incluídos nelas. Fiquem à vontade para sugerir outros.

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