O cidadão ilustre (Argentina, 2016)

Daniel Mantovani é um homem de opiniões fortes que contrastam com sua origem: Salas, cidade do interior argentino, que, como tal, tem costumes provincianos.

Radicado na Europa há 40 anos, Daniel recebe o Prêmio Nobel de Literatura, com base em livros em que escancara os hábitos que o expulsaram da cidade.

Com a comenda da Academia Real das Ciências da Suécia, o escritor se vê perdido entre diversos eventos em países. Um deles é especial: uma volta à cidade natal, onde é tratado como “objeto à disposição para todos.”.

O primeiro evento em Salas é uma volta pela cidade no carro de bombeiros, acompanhado pelo prefeito e pela miss da cidade. Cômico.

Na cidade natal, a agenda de Daniel é extensa, irritante e permeada de hipocrisia, uso político e, principalmente, retorno a antigos dramas pessoais e surgimento de novos elementos.

Estrelado por Oscar Martínez, Cidadão Ilustre é o espelho da hipocrisia provinciana. Soa familiar?

Drama trágico em sua maioria, consegue ser cômico e exemplo do bom cinema argentino. Diverte e revolta ao mesmo tempo.

Disponível na Netflix.

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